Força do agronegócio nacional e as ações para expandir a área de mata preservada, que já ultrapassa 60% do território brasileiro, qualificar o país seja um dos atores mais importantes em um cenário internacional em que a preocupação com a produção de alimentos e comida demanda por proteção ambiental está aumentando.

Imagem do segmento no exterior, no entanto, sofre de alegações de corrupção ligados a empresas do setor e as tentativas de alterar o Código Florestal que podem ameaçar a área de floresta protegida do Brasil.

Para os participantes do debate sobre a imagem do agronegócio brasileiro no exterior no fórum “Agronegócio Sustentable”, promovido pela Folha nesta quinta-feira (14) e sexta-feira (15), o Brasil pode superar a imagem negativa, mostrando seus sucessos e ações que corrigir distorções .

Evento, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados em São Paulo, é patrocinado pela Apex Brasil, o Banco do Brasil, o governo de Goiás, Mato Grosso governo e Bayer, e é apoiado pela Siemens eo governo de Mato Grosso do Sul Sul.

De acordo com Roberto Jaguaribe, presidente da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), a imagem negativa é devido em grande parte à visão do agronegócio da média brasileira, que vê problemas com actividades de corrupção e ilegais, como escravo trabalho.

“Mas temos de combater este pensamento com elementos da realidade do sector, que tem competência tecnológica extraordinária, dinamismo e potencial de penetração em mercados estrangeiros”, disse ele.

Segundo ele, a Apex deve começar nas próximas semanas um projeto que visa melhorar a imagem do agronegócio e acesso a mercados fechados para o país. A iniciativa deve ter ações como esclarecimento de informações falsas relatadas no exterior e promoção de eventos.

“O Brasil tem que ser mais ambicioso a ser mais competitivo”, disse Izabella Teixeira, ex-ministra do Meio Ambiente (2010-2016), durante o debate. “O país pode fazer mais rápido e mostrar ao mundo a direção que ele deve seguir.”

Para fazer isso, diz ele, é necessário ampliar o diálogo entre os setores públicos e privados.

Senadora Katia Abreu, ex-ministro da Agricultura (2015-2016), Pecuária e Abastecimento, recordou a importância da pesquisa brasileira, liderada pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), no desenvolvimento de técnicas e tecnologias de gestão que causou um aumento de produtividade único em o mundo. Mas essa tecnologia, o que nos permite produzir mais alimentos por parte de água, ainda não está disponível para pequenos produtores em todas as partes do país”, disse ele. Esta falta de acesso à tecnologia, diz ela, se reflete em taxas de desmatamento.

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