Banco Central do Brasil reduziu sua taxa básica de juro esta semana por um ponto percentual para 8,25%, o corte consecutivo oitavo como o país sai lentamente uma recessão dolorosa. O ponto queda percentual da taxa Selic de base tinha sido previsto pelos mercados e correspondeu a um corte anterior, em julho.

A decisão foi anunciada horas depois que a agência de estatísticas do governo IBGE informou que a inflação entalhou acima apenas ligeiramente em agosto, deixando a taxa de ano-to-date inflação de 2,46%, a menor em quase duas décadas.

Os mercados esperam 3,38% aumentos de preços para este ano, o que significa que o governo vai facilmente superar sua meta de 4,5% de inflação. Isso é anos-luz da inflação de 10,67% em 2015 e 6,2% no final de 2016.

A tendência libertou o banco para relaxar taxas e tentar estimular uma economia apenas começando a mostrar sinais de rastejar para fora de sua pior recessão da história. As taxas de juros básicos (Selic) foi reduzida de 14,25% em outubro do ano passado, com o ritmo de cortes acelerando.

Banco Central disse que o ritmo de cortes da taxa seria lento e que “haverá um fim gradual para o ciclo.” As expectativas do mercado consultados pela Foco ponto revista semanal do banco para a Selic encerrando o ano em 7,25%. Na semana passada, o governo acolheu uma queda inesperada no persistentemente elevado de desemprego, de 13 para 12,8%, embora a maior parte do crescimento foi em empregos de baixa qualidade.

Centro-direita Presidente Michel Temer, que está lutando uma acusação criminal de corrupção, está empurrando os cortes de austeridade, leis laborais mais frouxas e um programa de privatização grande que ele diz que vai revitalizar a economia doente após mais de uma década de governo de esquerda.

No primeiro trimestre deste ano, o produto interno bruto cresceu 1%, encerrando oito trimestres consecutivos de contração. Houve um crescimento de 0,2% no segundo trimestre.

Analistas acreditam que o Brasil vai acabar 2017, com crescimento do PIB de 0,5%, acima dos 0,39% que tinha sido previsto antes de as estatísticas do segundo trimestre veio em na semana passada. O consenso é que a maior economia da América Latina vai subir de volta para crescimento de 2% em 2018.

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