O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da organização criminosa e obstrução da justiça. Além de Temer, outras oito pessoas, incluindo políticos e empresários, são acusados. De acordo com a queixa apresentada pelo Procurador-Geral, o grupo realizou “ações ilegais em troca de dicas através do uso de vários organismos públicos, como Petrobras, Furnas, Caixa Econômica, Ministério da Integração Nacional e da Câmara dos Deputados.” Temer é apontado como “líder da organização criminosa desde maio 2016”.

Ministros Eliseo Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência) são acusados ​​no mesmo processo e também será notificado.

Após a notificação, a queixa – que levou horas cerca de cinco e meia para ser lido em sessão plenária nesta terça-feira, 26 de setembro de continua para a análise da Comissão de Constituição e Justiça. Em seguida, ele continua para a Casa Plenário para ser aceito ou não que o caso fosse julgado pelo Supremo Tribunal Federal.

Esta é a segunda acusação contra o presidente por corrupção, no caso anterior o Plenário decidiu não acompanhar o processo no Supremo Tribunal Federal.

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