Em seu discurso de abertura da Assembléia Geral 72 das Nações Unidas, aos líderes do mundo de hoje (19 de setembro), em Nova York, o presidente Michel Temer, disse que o Brasil deveria ser mais aberta ao mundo e mostrar mais preocupação com temas-chave da agenda internacional , como o programa nuclear da Coréia do Norte, ea 2.030 Agenda para o Desenvolvimento Sustentável, e a crise que enfrenta a Venezuela.

Temer destacou a necessidade de reformar a própria ONU “em particular o Conselho de Segurança”, e passou a mencionar a importância do Acordo de Paris e os esforços contra a mudança climática. “O desmatamento nos assusta, especialmente na Amazônia”, afirmou.

Ele mencionou a “ameaça séria” dos recentes ensaios nucleares realizados pela Coreia do Norte, ressaltando que “o Brasil condena veementemente tais atos.” Temer também falou sobre a assinatura do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, marcada para amanhã (20), proposto pelo Brasil, México, Nigéria, África do Sul, Áustria e Irlanda, finalizado em julho deste ano. O Brasil é um dos 26 países esperados para ratificar o acordo, que só serão levados a efeito após a adesão de 50 nações.

Também sobre a paz ea segurança global, o presidente mencionou as negociações interrompidas entre Israel e Palestina, e reiterou o apoio do Brasil para uma solução de dois Estados. Na Síria, Temer disse que “a resposta deve-se procurar é essencialmente política.” Ele chegou ao ponto de mencionar o terrorismo, descrevendo-o como “um mal que se alimenta das muitas formas de fundamentalismo e de exclusão.”

Direitos humanos

Temer se refere ao Brasil como um país livre “etnicamente, culturalmente, religiosamente, e intelectualmente diversificada”, mencionando ofertas internacionais de direitos humanos assinados pelo país, o acolhimento dos refugiados, e a concessão de vistos humanitários aos haitianos e sírios.

“A situação dos direitos humanos na Venezuela ainda está se deteriorando”, disse ele. “Na América do Sul, não há mais espaço para alternativas à democracia”.

Economia

Em seu discurso, Temer também falou sobre questões econômicas, e criticou o protecionismo como resposta aos desafios econômicos. Ele defendeu o papel da Organização Mundial do Comércio (OMC), dizendo que o Brasil defende “um sistema de comércio internacional aberto fundada em regras.” Ele declarou que, na OMC na conferência ministerial, a ser realizada em dezembro, em Buenos Aires, os problemas como o acesso aos mercados agrícolas ea eliminação de subsídios à agricultura terão de ser abordadas.

Sobre temas domésticos, Michel Temer mencionado reformas estruturais actualmente em curso no Brasil, o imposto, trabalho e previdência revisões e disse que o país está “trazendo de volta o equilíbrio fiscal”, acrescentando que “o novo Brasil está nascendo das reformas é um país mais aberta para o mundo “.

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