O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma segunda queixa contra o presidente Michel Temer do PMDB para o Supremo Tribunal na quinta-feira 14 de setembro, desta vez para crimes de organização criminosa e obstrução da justiça.

A denúncia se baseia na atribuição de prémios de executivos da JBS e corretor Lucio Funaro, apontado como operador do PMDB.

Além de Temer, ex-assembleros Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ministros atuais Eliseu Padilha e Moreira Franco, todos do partido PMDB, também são acusados ​​de uma organização criminosa. Eles receberiam US $ 587 milhões em dicas. Os executivos da JBS, Joesley Batista e Ricardo Saud, ainda foram denunciados, por causa da obstrução da justiça.

O procurador-geral Rodrigo Janot acusou Temer de pagamento dos fundos persista a um ex-presidente da Câmara baixa dos Deputados e para um operador de seu grupo político. Ele também alegou Temer liderou uma organização criminosa que operava no Congresso do Brasil e do poder executivo.

A declaração de Janot disse Temer tinha “atuado como líder de uma organização criminosa” que inclui altos funcionários do seu partido PMDB de centro-direita, que supostamente levou propinas para contratos em empresas públicas como gigante do petróleo Petrobras.

As acusações contra o presidente são baseados em alegações de executivos do grupo J & F, que entregou ao procurador-geral de uma gravação de conversa com Temer, bem como a doação do operador Lucio Funaro. A denúncia utiliza os elementos recolhidos pela Polícia Federal na investigação sobre o chamado “PMDB Super gangue da Casa”.

O relatório da Polícia Federal, utilizada na denúncia, aponta que os membros do partido do presidente, incluindo o próprio presidente Michel Temer, formou uma organização criminosa para cometer crimes – tais como corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas – e trabalhar para a Petrobras e outras esferas da administração pública. O documento também indica que Temer recebeu R $ 31,5 milhões em benefícios para a participação na gangue.

A carga está ligado a outro lugar julgamento tomando em que executivos de maior meatpacker do mundo, JBS, fizeram testemunho barganha em que acusam Temer de aceitar suborno em troca de favores políticos e de conspirar para encobrir testemunho que poderiam incriminá-lo.

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