A pedido do Gabinete do Procurador-Geral, Ministro Edson Fachin autorizou a prisão temporária dos dois informantes do grupo J & F. As prisões podem ocorrer no domingo, 10 de setembro, ou mesmo em 11 de setembro de 2017.

Procurador-geral, Rodrigo Janot, na sexta-feira, 8 de setembro de perguntou o Supremo Tribunal de prisão de empresário Joesley Batista, um dos proprietários do Grupo J & F. No sábado, 9 de setembro de Fachin autorizou a prisão temporária (até cinco dias) da J & F informantes Joesley Batista e Ricardo Saud, mas negou a ordem de prisão contra Marcelo Miller.

Prisioneiros dos informantes foram autorizados porque eles são suspeitos de omitir informações para os investigadores, que quebra cláusulas do acordo. No caso de Marcello Miller, o suspeito é que ele tinha um comportamento criminoso em agir para J & F enquanto ainda integrar o Ministério Público.

Petições foram motivadas pelo conteúdo de uma gravação entregue pela própria defesa do Grupo J & F, em que Saud e Joesley falar sobre suposta interferência de Miller em ajudar nas negociações para distribuição de prémios. O ex-procurador também faz parte do Ministério Público, quando ele começou a falar com os executivos no final de fevereiro.

Ele pediu para deixar a instituição em fevereiro e foi exonerado, na verdade, apenas em abril. Fontes da Polícia Federal informou neste relatório que, em tese, não há nada que impeça as prisões são celebradas este domingo 10.

Joesley e Saud prisão foi defendida publicamente pelo Ministro STF Luiz Fux, durante a sessão plenária na quarta-feira. “Eu verificar se este episódio revelou que os participantes no crime, que apareceu como colaboradores, eles enganaram o Ministério Público, que degradaram a imagem do país internacionalmente, amarraram contra a dignidade da justiça e revelaram a arrogância dos criminosos da pescoço – branco “, disse Fux.

Ministro acrescentou: “Então eu deixei o Ministério Público a opção de fazer os participantes dessa cadeia criminosa que confessou várias corrupções, que passam de New York exílio para o exílio de Papuda”, disse ele, referindo-se ao complexo penitenciário em A Distrito Federal.

Temendo o mandado de prisão, a defesa de Joesley e Saud pediu ao Supremo Tribunal ou STF para ser ouvido por Fachin, antes da decisão do ministro. O advogado dos executivos, Pierpaolo Cruz Bottini, também colocou os passaportes dos dois à disposição da Justiça.

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